Seminário Técnico Siruba em Caruaru foi um sucesso!
O Seminário Técnico SIRUBA, realizado no final de janeiro, na filial Andrade Máquinas em Caruaru, contou com a presença e participação de Revendas muito importantes para nós.
O treinamento foi ministrado pelo Técnico Sênior da SIRUBA, Sr. Richard Gutierrez.
Abaixo estão algumas fotos do Seminário:
Agradecemos a todos os mecânicos que participaram de mais este curso preparado pela Andrade Máquinas para capacitar cada vez mais seus parceiros!
Campanha ABIT em prol do resgate dos empregos no setor têxtil.
Com o total de US$ 6,1 milhões de importações que desencadearam em um déficit de US$ 4,7 milhões na balança comercial, a indústria têxtil e de confecção brasileira fechou o ano de 2011 com saldo negativo de mais de 20 mil empregos, de acordo com dados revelados pela ABIT. Na tentativa de reverter este quadro e sensibilizar o governo federal para o crescente número de importações desleais no setor, a associação reuniu trabalhadores, autoridades, empresários e líderes setoriais em sua sede, em São Paulo (SP), nesta terça-feira (17), para o lançamento da campanha “Moda Brasileira: Eu uso, Eu assino”. A mobilização de cunho nacional inaugurou o “IMPORTÔMETRO”, painel que contabiliza o número de importações de têxteis e de confeccionados e o número de empregos que deixam de ser gerados em consequência dessas transações.
Além do IMPORTÔMETRO, a ABIT ainda iniciou a coleta de assinaturas para levar ao Congresso Nacional pedido de regime tributário competitivo para a confecção. Aguinaldo Diniz Filho, presidente da entidade, explica a finalidade do movimento. “Queremos uma forma isonômica de competição, pois em menos de uma década a entrada de vestuário vinda do exterior aumentou em 17 vezes e isso extermina a cadeia da moda, pois no momento em que se compra um produto industrializado deixamos de gerar empregos”, declarou. “Vamos conseguir um milhão de assinaturas para solicitarmos ao Congresso um tratamento justo para essa indústria que emprega mais de 1,7 milhão de pessoas. Não podemos ser ingênuos de entregar nosso mercado interno aos estrangeiros”, alertou Diniz Filho.
As informações do “IMPORTÔMETRO” em tempo real estão disponíveis no site da campanha.
Fonte: ABIT
Desabafo…
Hoje durante a cerimônia de lançamento do IMPORTÔMETRO pela ABIT, fiquei pensando. Já temos o IMPOSTÔMETRO da Associação Comercial de São Paulo, que diz quanto já pagamos de impostos ao governo, o JURÔMETRO da FIESP, que diz quanto o governo pagou de juros em detrimento de benefícios à população e agora o IMPORTÔMETRO, que diz quanto estamos importando de roupas em detrimento dos empregos no Brasil. E quanto conseguimos sensibilizar o governo federal? Um sonoro e retumbante nada. Afinal, para o governo, basta dar pão e circo ao povo. Essa frase foi dita na Roma Antiga, isso já há muito tempo atrás. Foi o Imperador Romano Vespasiano que a proferiu, quando da construção do Grande Coliseu.
Acho que precisamos mesmo é do IDIOTÔMETRO para medir o quanto o governo nos faz de idiotas.
O Brasil hoje é a “bola da vez”, tem muito dinheiro. Está esbanjando marketeiramente, ajudando o FMI, a Bolívia, a Venezuela e não me lembro quantos outros países. Mas…e nós. E nossos hospitais, nossas escolas, nossas infraestruturas. Bom…aí já é outro caso. Nós somos bonzinhos. Seja o que for que aconteça, faremos piada no minuto seguinte.
O governo bate hoje recorde em cima de recorde de arrecadação. E diariamente arquiteta novas formas de arrecadação. Mas o que faz com este dinheiro? Reverte-lo em benefício da população não parece ser.
Os mais céticos vão dizer: “O Brasil está ótimo, a distribuição de renda aumentou, o povo tem como consumir, etc…” Tudo verdade. Inegável.
Só que sem sustentação. O pilar de tudo isto deveria ser a geração de emprego. E quem tem mais condições de gerar empregos? A Indústria.
E o que está acontecendo com a indústria Brasileira? Está se dissolvendo em contato com o meio extremamente ácido dos impostos, incentivos à importação de produtos manufaturados, CLT da década de 40 (já tivemos quatro constituições neste período).
E se falarmos da confecção, o segundo maior gerador de emprego no país e o principal gerador de emprego de mão de obra feminina a situação é ainda mais negra (imaginei que não seria possível).
Nosso governo Rodin Pensador (ou Le Penseur para ser mais erudito) diz que está preocupado, pensa…pensa…pensa…e não faz nada. O Brasil continua importando roupa de uma forma até indecente. Seja importado da China, do Mercosul, da Europa, via Europa Oriental (a nova China Europeia), ou até via Miami nas malas dos turistas. Tudo isto em busca de preços mais baixos, que a indústria nacional não consegue suprir pois tem um sócio (somente nos lucros) voraz: O governo.
As indústrias de confecção, se nada for feito, devem acabar em pouco mais de uma década. Mas o pensamento “ver para crer” , generalizado no governo, imagino, causa sua miopia.
Infelizmente o brasileiro não está enxergando que cada vez que compra “preço” algum brasileiro perde seu emprego e um Chinês é empregado. Quando as indústrias nacionais se transformarem em importadores, todos nós Brasileiros estaremos sem emprego e não poderemos comprar nem produto Chinês nem Brasileiro. E não é imaginação catastrofista, pois o principal motivo para a Europa e Estados Unidos estarem tendo toda esta dificuldade em sair de suas crises é a falta de potencial de geração de empregos. Em um certo momento seus governos desprezaram estas indústrias.
Mas vamos ter Copa do Mundo de Futebol, Itaquerão, Bolsa Isto, Bolsa Aquilo, etc…
Entendem como estamos sendo idiotizados?
Por isto repito, falta o IDIOTÔMETRO, para nos conscientizar.
Ronald Moris Masijah
Presidente Sindivest




















